Treinadores: em seus momentos de heróis e vilões!

10/06/22 - 15:33

Esta semana foi marcada pela demonstração de como é a vida de treinadores de futebol. Uns chegam como ilustres desconhecidos, sob total desconfiança e conquistam o respeito geral, pelo resultado do trabalho. Caso do Paulo Pezzolano, o uruguaio que o Cruzeiro buscou no México e está conduzido o time de volta à Serie A.
Por outro lado, o Atlético buscou  também no México, um quase nada conhecido, cujo barco está fazendo água. O Flamengo investiu alto num português, tirando-o da seleção polonesa para quebrar a cara no futebol brasileiro. Pra demiti-lo, terá de pagar quase R$ 8 milhões de multa.
O Athletico do Paraná resgatou Luiz Felipe Scolari, tido como aposentado e conseguiu a ressureição de ambos no Brasileiro.
Algumas notícias e comentários sobre o assunto na imprensa e redes sociais esta semana:    
“Turco fala em ‘noite para esquecer’, após derrota pesada do Atlético: ‘Responsabilidade é minha’ (Rádio Itatiaia)

‘Sou o responsável’, assume Turco após derrota do Galo - O técnico alvinegro lamentou a derrota e citou as falhas no setor defensivo diante do Fluminense no Maracanã
E pergunto eu: uai, de novo este mesmo papo? Se não fosse ele, quem seria? Não é o treinador quem treina e escala o time? Além de ser o chefe da Comissão Técnica? Conversa mais fiada!
 

Vinny Cardozo, no twitter:
@vinnycardozo “Turco quebrou a sequência invicta na Libertadores Quebrou a sequência invicta em casa Agora vai quebrando a sequência invicta fora de casa”
 
Fred Ribeiro do Globoesporte.com: “Antonio Mohamed recebeu cartão amarelo por "discutir com atleta adversário". Está pendurado no Brasileiro. Havia sido amarelado contra o Bragantino por reclamação contra a arbitragem.”
 
Comentário meu: fica quietinho no banco o tempo todo, assistindo o vexame. Aí, no intervalo, vai bater boca com o jogador adversário que está arrebentando com o time dele, como se isso fosse ajudar em alguma coisa.
 
Brenno Beretta, do SBT, sobre o Flamengo e o técnico português Paulo Souza:
@BrennoBeretta “Fim da linha. Em 15 jogos no comando do Flamengo, Paulo Sousa soma 6 derrotas, 5 empates e apenas 4 vitórias, com um time sem padrão de jogo e perdido em campo. Será demitido! Possibilidade de ser desligado nesta quinta! Multa de R$ 7,7 milhões.
 
Do twitter @SofaScoreBR
“Luiz Felipe Scolari no comando Athletico: 8 jogos, 6 vitórias, 1 empate, 1 derrota, 79.2% aproveitamento,20 gols marcasdo, 7 gols sofridos Assumiu o time na 13ª posição e agora é o 3° colocado do Brasileirão 2022.

 REENCONTRO

Prazer enorme reencontrar dois grandes amigos de infância, com quem joguei no Ideal, no Democrata e no Independente do saudoso Zé Belarmínio: Almir (Casa Progresso) e Catatau, que foi um ótimo ponta direita do Atlético, Guarani de Campinas e outros clubes.

Almir era um excelente centroavante e teria futuro no futebol profissional, não fosse um rompimento de ligamentos, que interrompeu a trajetória dele. Eu era um frangueiro, de altos e baixos (mais baixos do que altos), e depois de um teste no Galo, caí na real e vi que meu lugar no futebol era na reportagem. Catatau venceu na garra e na insistência. Era habilidoso, mas suas principais virtudes eram a garra e a velocidade. Buscado pelo Atlético no Guarani de Divinópolis, para jogar num dos melhores times da história atleticana, não desperdiçou a oportunidade. Apelidado pela imprensa de “secretário” de Nelinho, atacava e defendia, ajudando o grande lateral na marcação. Nelinho já era um veterano, mas não abria mão de ir ao ataque e assim, o Galo se deu bem pelo lado direito.

Negociado com o Guarani de Campinas, Catatau se deu bem lá também, dentro e fora de campo. Parou com a bola, se tornou empresário na cidade paulista, onde tem uma fábrica de embalagens. Nunca esqueceu as origens, nunca deixou de dar assistência à mãe e a toda a família, vindo sempre a Sete Lagoas. O mesmo alto astral dos tempos de menino por aqui.

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ARENA DO JACARÉ

Para quem ainda não foi à Arena do Jacaré prestigiar o Democrata, chegou a hora. Neste sábado, 15h30, enfrenta o Tupynambás, de Juiz de Fora, pela última rodada da fase de classificação. Está valendo a pena ver o time jogar e ir à Arena num sábado é satisfação garantida. Facilidade para chegar, estacionar e assistir o jogo confortavelmente. Se chegar mais cedo, a partir do meio dia, dá para curtir, samba, pagode e cerveja no bar.

E ir em família, como fez o Geraldo Celso Abreu, que levou o filho Bruno, nas netas Marcela, Antonella e o namorado da Marcela, o Gabriel
 

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Ecos do Passado

Em 1982, nós com o Éder, no aeroporto de Barcelona, a caminho de Bilbao, numa excursão do Atlético. Eu era repórter da Rádio Capital, o Catatau era recém chegado ao Galo e o Éder tinha sido um dos destaques da Copa da Espanha, com a seleção do Telê Santana, eliminada pela Itália.

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