Palmeiras foi franco atirador, deu muito trabalho, mas o empate ficou de bom tamanho para o Galo

24/11/21 - 08:22

Chico Maia

Jogo intenso em São Paulo, com atenção voltada também para Porto Alegre onde o Flamengo chegou a fazer 2 a 0 no Grêmio. O time gaúcho com um jogador expulso no inicio do segundo tempo ainda conseguiu empatar, para a felicidade geral atleticana.

Pensando na final de sábado, da Libertadores, o Palmeiras entrou com tudo, como franco atirador, sem nada a perder. Ainda bem que o Atlético tem um Arana na esquerda, que consegue compensar essa caricatura pálida de jogador de futebol que é o Guga. De novo gol nas costas dele, que além de marcar de longe, toma um drible desconcertante do Wesley, que fez 1 a 0, aos 27 minutos do primeiro tempo. O time manteve a calma e aos 35, Arana e Jair trabalharam pela esquerda, o lateral mandou uma bomba, que o goleiro Jaílson soltou nos pés do Zaracho, que empatou.

Diego Costa conseguia irritar os defensores do Palmeiras, do mesmo jeito que o Deyverson tirava a concentração dos jogadores do Galo. Aos 12 do segundo tempo, a bola pega no braço do Alonso dentro da área. Everson faz uma defesa espetacular da cobrança do pênalti, mas falha absurdamente na sequência. Perde o tempo da bola num corner e o Deyverson faz 2 a 1. Aos 15, Hulk, de novo, num chutaço, de longe, empata. Que jogador este camarada. Que dedicação, que força, que categoria. Outro gol pra ficar na memória de todo atleticano.

O jogo continuou em ritmo acelerado, com muito serviço para as duas defesas. Aos 34, um vacilo que quase valeu o terceiro gol palmeirense. Saída errada da defesa, cruzamento para o Victor Luiz, que dentro da pequena área, chutou para cima. De matar de susto. Impressionante.

Meia hora antes, terminado o jogo na Arena do Grêmio, 2 a 2, o time precisava medir a água com o fubá. Vencer seria ótimo, mas perder seria péssimo e o empate era o melhor negócio. Ficou de muito bom tamanho.

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