Galo venceu o Fluminense e a ansiedade, em dois tempos bem distintos

29/11/21 - 10:12

Fotos: twitter.com/Mineirao
Fotos: twitter.com/Mineirao

Chico Maia

Que jogo encardido este! O time carioca começou fazendo uma marcação perfeita, Fred catimbava, tentava apitar a partida e enervava os jogadores do Galo. Queria vencer de qualquer jeito e dar um troco à torcida que pegou no pé dele o tempo todo. O zagueiro Manoel subiu bem no meio da defesa e abriu o placar. A partir daí o Galo começou acordar. Passou a correr mais, saiu da marcação ferrenha tricolor de conseguiu empatar, de pênalti, um presente do apitador baiano.

Antes o que valia era a intenção. Pênalti era quando o sujeito metia a mão na bola. Agora, se é bola na mão, independentemente do jeito que for, é pênalti. Os donos do futebol mudaram a regra para pior. Este pênalti que o senhor  Marielson Alves Silva apitou para o Galo mostra isso. O jogador do Fluminense estava de costas e a bola bateu no braço dele. Se fosse contra o Atlético eu diria que se tratava de uma “conspiração do eixo” para impedir que o Galo seja campeão. Fazer o quê? Se a nova regra é essa, bola pra frente.

No segundo tempo foi um outro Atlético. Aquele que a torcida se acostumou a ver: para cima do adversário em alta velocidade e muita troca de passes. E outra vez, Hulk um espetáculo à parte. Cobrou com perfeição o pênalti. Não fosse assim o Marcos Felipe teria defendido. Ficou no quase. Depois fez o segundo, cobrando falta. Chutaço, de longe e contou com o desvio da bola na barreira. O artilheiro do campeonato marca gols de todo jeito.

O Galo aos 78 pontos, 35 jogos. O Flamengo tem 67, um jogo a menos, que será jogado terça-feira contra o Ceará, no Maracanã.

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