Atlético tem superado erros de arbitragens e seus próprios erros... Desse jeito vai!

25/10/21 - 08:27

Chico Maia

Modéstias às favas, os comentaristas aqui do blog são tão bons e melhores do que muitos “profetas do acontecido”, famosos e manjados da grande mídia nacional. Vejam o resumo do que escreveu o Horácio Duarte, às 12h47:

“… jogar contra o Cuiabá é osso, joga fechado e tem um ataque bem organizado e eficiente. Está em uma fase muito boa e crescendo na temporada. Não vai ser um jogo “bonito” um jogo aberto como jogou o Fortaleza. . .”

Tecnicamente foi exatamente isso o que aconteceu nessa vitória do Galo.

Agora, vamos aos “detalhes”, que decidem e fazem a história. Desde a rodada passada, todos os jogos do Brasileirão serão de nervos à flor da pele, para os principais concorrentes ao título e quem corre contra o rebaixamento.

O Flamengo perdeu o clássico para o Fluminense e ligou o secador para o Atlético, contra o Cuiabá esta tarde. Como sempre faço em momentos como este, liguei o “piloto automático” e deixei no modo “o que tiver que ser, será”. Sou calejado; meu coração mais ainda!

A bola rolou e de cara, quando o zagueiro Nathan voltou aquela bola para o Everson e saiu o gol do Cuiabá, pensei logo nas reclamações contra as arbitragens e VAR. Sim, eles erram muito, sem intenção e possivelmente mal intencionados, em defesa de interesses inconfessáveis. Porém, partidas e títulos são perdidos, na maioria dos casos, por erros próprios, como este.

Não pode. Infantis demais. São jogadores profissionais, que vivem disso, trabalham diariamente nisso. Errar faz parte, porém, erros escandalosos como este comprometem todo um trabalho. Depois, colocar culpa na arbitragem de um jogo ou outro, fica mais fácil para treinadores, dirigentes e jogadores, colegas de trabalho de trapalhões, como foram hoje o Nathan e o Everson.

Erros são da vida, no caso, do jogo. O que é preciso  é reação, imediata, coletiva, para superar arbitragens, VAR e os próprios erros.

Quem presta atenção a tudo de uma partida de futebol, notou que o Hulk correu em direção ao Nathan, deu força a ele e depois ao Everson, fazendo gestos do tipo “bora, estamos juntos…”.

É isso. Uma liderança, que dá exemplos com e sem a bola, é fundamental. Hulk foi um achado na vida do Galo, com a bola, sem a bola, dentro e fora de campo. Que sujeito!

O time não pode é baixar a guarda, em nenhum jogo.

Foto: Fernando Michel, do Hoje em Dia

Agora vem o Flamengo, sábado, 19 horas no Maracanã.

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