Raça impressionante, Godin ainda tem bola e fôlego para substituir muito bem a Junior Alonso

04/01/22 - 09:35

Foto: Asociación Uruguaya de Fútbol/AUF
Foto: Asociación Uruguaya de Fútbol/AUF

Chico Maia

Para um profissional que se cuida, dentro e fora de campo, como ele, os quase 36 anos de idade (16 de fevereiro) não significam tanto. Uma liderança autêntica, que une e acrescenta aos elencos que compõe. Exceção ao Cagliari/Ita, onde ficou menos de dois anos e naufragou, com todo o time, em um grupo cheio de problemas com a diretoria.

Zagueiro artilheiro, capitão da seleção uruguaia, foi o autor do gol da vitória contra a Itália, que classificou a seleção deles para as oitavas de final da Copa do Mundo no Brasil em 2014. Foram eliminados pela Colômbia. Jogou muito na Copa da Rússia, em que o Uruguai foi eliminado nas quartas de final, pela França, que na sequência foi a campeã do mundo.

Seria muito útil ao Galo, pela experiência, pela bola que ainda joga e pela liderança que é.

Em 2015 o jornalista José Ignacio Fernández Navarro, escreveu sobre a vida dele, no livro “Diego Godín; coraje, corazón y cabeza”, 327 páginas, que adquiri em Montevidéu em 2019, mas que está na fila aguardando a leitura. Caso ele venha para o Galo, será chegada a hora de ler.

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